quarta-feira, 4 de março de 2026

TRANSMUTAÇÃO


E quando o poema
cutuca feridas
reabre feridas,
ainda dói,
ainda sangra?
 
Devo desistir dele?
Ou ainda assim revê-lo?
Quem sabe acolhê-lo?
Ou talvez refazê-lo,
ressignificá-lo?

 Alcíone Pimentel

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